sexta-feira, 3 de junho de 2011
Raio onírico em "Os substitutos"
Neste filme, existem réplicas perfeitas de cada ser humano. Quem tem um substituto comanda-o a partir de casa, deitado numa cama, imerso num sistema de realidade virtual que comanda o substituto via rede.
Esta realidade expande-se ao campo de batalha, para onde são enviados substitutos dos soldados em vez de soldados reais. Os substitutos dos soldados lutam com armas reais. Até aqui tudo bem, quase verosímil. Até que alguém fabrica uma "arma" que quando disparada para um substituto derrete o cérebro do humano que o está a comandar remotamente! Uma espécie de raio laser que se transforma em zeros e uns assassinos combinados para fritar o cérebro do pobre humano, "ultrapassando firewalls" segundo as personagens. Bem mais inverosímil que a própria noção de substituto... Mais uma vez, patético.
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