sexta-feira, 11 de novembro de 2011
DVD com vírus que envia pacotes com telefones em investigação criminal
Chamada de skype desconhecido em cache em investigação criminal
Para informação dos argumentistas, as chamadas de VoIP não mandam ficheiros inteiros. Mandam pacotes pequeninos, que não ficam em cache nenhuma. Que estupidez.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Ampliação de vídeo em contraluz e pesquisa absurda em ossos
| Sanduíche de carne desfiada num Applebee's em Nova Iorque |
Mais uma vez, a lamentável confusão da imagem com definição infinita, acompanhada das pesquisas mostradas em directo para ficarem mais lentas.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Ampliação de lágrima
Dois investigadores olham para uma foto e concluem que o suspeito deveria estar do lado oposto, do lado do fotógrafo. Eis que o informático diz que tem um programa que permite ver o reflexo nas lágrimas dos olhos dos intervenientes (!?). Passado um bocado, aparece com uma nova foto com alta resolução extraída dos olhos de um dos intervenientes onde vêem o suspeito. Será que esta malta não aprende que a resolução das fotos não é infinita ?
Etiquetas:
CSI,
estupidez,
fotografia,
lágrima,
reflexo
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Programa no telemóvel para detectar pessoas indesejáveis em CSI:NY
«Jo analyzes Sarah's expensive clothes and surmises she was seeing a rich, married man. Adam accesses her phone and discovers she had 'Enemy X' programme on there, which indicates the location of people she wanted to avoid.»
Isto supostamente enviando um sinal ao GPS dos telemóveis alheios... e até mostrava um mapa com as pessoas que ela queria evitar. Isto funcionava se o outros telemóveis tivessem o mesmo programa instalado...não vale instalar só de um lado, a rede celular não divulga informação sobre os seus clientes. Mais uma bacorada sobre GPSs...
CSI Nova Iorque e recuperação absurda de disco rígido queimado
![]() | ||
| "Corned beef hash", em Guttenberg, na Nova Jérsia |
Noutra cena, encontram também um dispositivo desmagnetizador, que talvez pudesse ter sido usado na desmagnetização do disco rígido.
Ainda noutra cena, mais tarde, já no laboratório, o chefe senta-se numa mesa e extrai o cinlindro do disco rígido, tratando-o como um CD, mais coisa menos coisa. Limpa-o, volta a colocá-lo dentro da caixa e liga-o ao computador. Nesta altura, começam a aparecer letras e números sem nexo no monitor (?!), numa tentativa de representação hexadecimal de uma suposta pesquisa. Mas as letras não param quietas. Andam sempre a descer. E não há ficheiros. A informação vai passando, mas sem nexo, como se houvesse ruído branco.
Muda a cena e o chefe tenta uma nova limpeza. Desta vez, as letras continuam a descer, mas do lado direito, numa parte estreita que não parece hexadecimal, começam a aparecer frases isoladas. Depois, começam a aparecer mensagens de correio electrónico, que saltam para janelas separadas (!?), comprometendo o assassino. Mas que raio de disparate é este? Letras a descer? Mensagens de correio electrónico perdidas e a saltar quando a pesquisa passa por lá? Por favor.
Subscrever:
Mensagens (Atom)


