sexta-feira, 19 de agosto de 2011

A engenharia nunca existiu, foi tudo inventado pelos ETs em Transformers



Este filme tem um dos mais vis ataques à engenharia. A determinada altura, as personagens vão ter a uma base secreta subterrânea onde jaz um gigante robô extraterrestre. «O que é isto ?», pergunta uma delas. Alguém lhe explica que todas as inovações tecnológicas do século XX nunca existiram, foram copiadas do robô extraterrestre, esse sim um belo produto. Portanto, todos os engenheiros são uma fraude. Computadores, máquinas de lavar loiça, televisão, tudo copiado dos ETs. Sinto-me insultado.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Míssil com cartão SIM

Uma antiga funcionária da CIA está agora a trabalhar no sector privado. E fala de uma conspiração em que há mísseis envolvidos. Alguém tem esses mísseis, só que eles só trabalham com a ajuda de "cartões SIM reprogramados" (!?!?), sem os quais são tão úteis como um pisa-papéis. Claro que depois há um vilão a tentar encontrar os cartões que alguém lhe roubou.


O que raio é um "cartão SIM reprogramado" ?...

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Sopa de letras absurdamente decifrada como estereograma em "Nome de código: Mercúrio"


No filme "Nome de código: Mercúrio" ("Mercury Rising", no original), com Bruce Willis e Alec Baldwin, o governo americano produz um suposto código indecifrável, para comunicação cifrada impenetrável. Porém, um miúdo de 9 anos, autista, ao olhar fixamente para uma sopa de letras, numa revista, consegue decifrá-lo (?!).

O enigma fora colocado na revista como teste, pela equipa de certificação da robustez do código, ocultando um número de telefone. O miúdo liga para o número e, a partir daí, os cientistas percebem que o código não é seguro.

O responsável do governo pelo projecto é notificado e vai pedir satisfações, não acreditando como é possível um código tão caro e complexo ter sido quebrado por uma criança. Os cientistas, tentando justificar o sucedido, dizem que há pessoas que conseguem fazê-lo:
- «Tal como acontece quando olhamos para um estereograma e, passado um bocado, conseguimos ver uma imagem, há pessoas que olham para uma mensagem cifrada e conseguem visualizar o que está lá dentro.»

Mas... que imbecilidade.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Competição de "hackers" em "The Listener"

"The listener" é uma série canadiana na qual a personagem principal é um bombeiro que consegue ouvir e ver os pensamentos das outras pessoas de quem se aproxima. Mas consegue ter coisas mais parvas que isto.



O cenário é uma festa de "hackers" onde um deles vive à grande. Há um jovem que convida um dos polícias (antigo hacker) para uma competição.

O polícia hesita:

   -Não, já não faço isso. Então não provocamos estragos.

O outro acalma-o

   - É só entrar, sem estragos, escolhe um sítio
   - O ministério da defesa

E começam alegremente a tentar quebrar o sítio do ministério da defesa. Utilizam ferramentas tão sofisticadas como o "ping", o "traceroute" e o "netstat". E em menos de um minuto, aparece uma janela a pedir uma password, que obviamente o jovem sabe e entra. Claro, há sempre uns gajos muito estúpidos do lado do ministério da defesa e os hackers é que são os gajos espertos. Patético.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Pacote proprietário em investigação criminal

Num episódio de investigação criminal, os agentes da autoridade visitam a casa de um suspeito. Este revela-lhes ser especialista em domótica. Mais tarde, quando se põe em fuga, os agentes voltam a sua casa. O agente especialista em informática apressa-se a entrar no computador e a verificar que apresenta uma API de domótica, que permite ao dono controlar a casa remotamente e também à casa saber onde está o dono. O informático rapidamente vê uma oportunidade de localizar o suspeito em fuga e logo diz onde ele se encontra. Quando os seus parceiros lhe revelam que o carro do suspeito não estava no sítio indicado, logo encontra uma explicação:
- "Bolas, deve ter sido aquele pacote proprietário que enviei. Deve tê-lo alertado de que havia alguém a tentar localizá-lo e passou a enviar uma localização fictícia para nos enganar."

O quê? Pacotes proprietários, isolados, enviados individualmente à toa? (?!) Mas que estupidez.