domingo, 8 de julho de 2012

Patético ambiente de trabalho remoto não autenticado em CSI Nova Iorque

Ovos mexidos com míscaros, em Albuquerque

Num episódio da série 7 CSI Nova Iorque (o 17º), o especialista informático Adam descreve uma brilhante tecnologia que talvez lhe permita explicar como algum estudante de uma escola onde se verificou um homicídio possa ter tido acesso aos enunciados dos exames, antes de serem impressos. Explica então que existe o chamado ambiente de trabalho remoto, em que uma pessoa pode ver o computador de outra, bastando para tal indicar o IP do computador cliente (mas...mas... para quê?!) e o do remoto. Demonstra, em seguida, este conceito, entrando no computador do seu chefe, sem qualquer dificuldade e sem qualquer necessidade de autenticação. Isto é um perfeito disparate, obviamente.

Mais à frente, um suspeito revela ter de facto entrado várias vezes nos computadores dos professores com esta metodologia, obtendo sempre de forma fácil e eficaz os enunciados, dizendo que os professores são todos ignorantes em termos informáticos. Parece-me que esta afirmação se aplica, isso sim, aos argumentistas. Que estupidez.

Mas, justiça seja feita, houve também duas boas piadas neste episódio:
  - os ingredientes de uma garrafa de água incluíam Estaline e Crutchov
  - uma das substâncias suspeitas encontradas durante a investigação aparentava ser terra de Marte