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| "Corned beef hash", em Guttenberg, na Nova Jérsia |
Noutra cena, encontram também um dispositivo desmagnetizador, que talvez pudesse ter sido usado na desmagnetização do disco rígido.
Ainda noutra cena, mais tarde, já no laboratório, o chefe senta-se numa mesa e extrai o cinlindro do disco rígido, tratando-o como um CD, mais coisa menos coisa. Limpa-o, volta a colocá-lo dentro da caixa e liga-o ao computador. Nesta altura, começam a aparecer letras e números sem nexo no monitor (?!), numa tentativa de representação hexadecimal de uma suposta pesquisa. Mas as letras não param quietas. Andam sempre a descer. E não há ficheiros. A informação vai passando, mas sem nexo, como se houvesse ruído branco.
Muda a cena e o chefe tenta uma nova limpeza. Desta vez, as letras continuam a descer, mas do lado direito, numa parte estreita que não parece hexadecimal, começam a aparecer frases isoladas. Depois, começam a aparecer mensagens de correio electrónico, que saltam para janelas separadas (!?), comprometendo o assassino. Mas que raio de disparate é este? Letras a descer? Mensagens de correio electrónico perdidas e a saltar quando a pesquisa passa por lá? Por favor.

Correio electrónico a saltar de um disco queimado é muito bom :)
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