No filme "Nome de código: Mercúrio" ("Mercury Rising", no original), com Bruce Willis e Alec Baldwin, o governo americano produz um suposto código indecifrável, para comunicação cifrada impenetrável. Porém, um miúdo de 9 anos, autista, ao olhar fixamente para uma sopa de letras, numa revista, consegue decifrá-lo (?!).
O enigma fora colocado na revista como teste, pela equipa de certificação da robustez do código, ocultando um número de telefone. O miúdo liga para o número e, a partir daí, os cientistas percebem que o código não é seguro.
O responsável do governo pelo projecto é notificado e vai pedir satisfações, não acreditando como é possível um código tão caro e complexo ter sido quebrado por uma criança. Os cientistas, tentando justificar o sucedido, dizem que há pessoas que conseguem fazê-lo:
- «Tal como acontece quando olhamos para um estereograma e, passado um bocado, conseguimos ver uma imagem, há pessoas que olham para uma mensagem cifrada e conseguem visualizar o que está lá dentro.»
Mas... que imbecilidade.
Importa-se de repetir ? :P
ResponderEliminarNão me importo, não:
ResponderEliminar«Tal como acontece quando olhamos para um estereograma e, passado um bocado, conseguimos ver uma imagem, há pessoas que olham para uma mensagem cifrada e conseguem visualizar o que está lá dentro.»
Brutalmente patético :P
ResponderEliminarO próximo passo é um hacker Chuck Norris que consiga quebrar qualquer sistema apenas com o olhar penetrante :D
Talvez batendo repetidamente, e com veemente violência, com a cabeça do argumentista desta "brilhante estória" numa parede de betão, ele a consiga atravessar só... porque sim!
ResponderEliminarSe for Chuck Norris a agarrar a cabeça do argumentista, decerto a fará atravessar a parede, porque sim :)
ResponderEliminarDesconfio que antes de Chuck Norris lhe aplicar um rotativo já Turing lhe tinha dado uma merecida cabeçada, se fosse vivo.
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