Num episódio de investigação criminal, um agente policial infiltrado possuía um dispositivo para reenviar a sua localização obtida por GPS. Os seus companheiros, intuindo que se deslocava de carro e não contentes com uma simples localização no mapa, pensaram que seria boa ideia tentar encontrá-lo nas câmaras de videovigilância espalhadas por Washington. Ligaram-se às câmaras e o equipamento que possuíam era tão absurdo que punha automaticamente uma seta (?!) em cima do carro que estava alegadamente a enviar o sinal.
sábado, 30 de julho de 2011
Mistura absurda de dados de câmaras de vigilância e GPS em investigação criminal
Num episódio de investigação criminal, um agente policial infiltrado possuía um dispositivo para reenviar a sua localização obtida por GPS. Os seus companheiros, intuindo que se deslocava de carro e não contentes com uma simples localização no mapa, pensaram que seria boa ideia tentar encontrá-lo nas câmaras de videovigilância espalhadas por Washington. Ligaram-se às câmaras e o equipamento que possuíam era tão absurdo que punha automaticamente uma seta (?!) em cima do carro que estava alegadamente a enviar o sinal.
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